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28 de Abril de 2026
Iniciativas do componente curricular Integração Universidade, Serviço e Comunidade (IUSC II) mobilizaram acadêmicos de diferentes cursos da Universidade de Gurupi – UnirG no desenvolvimento de projetos que beneficiam a população local.
Esse semestre, no eixo Patrimônio Artístico e Cultural, três projetos de extensão foram realizados em prol de pacientes oncológicos, crianças atendidas na rede pública de ensino e ainda em uma instituição de acolhimento. As ações do eixo reconhecem a arte como instrumento de saúde, educação e pertencimento.
Na Liga Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer de Gurupi, foi desenvolvido o projeto “Movimentos que Cuidam - Dança como estratégia para promoção do bem-estar em pacientes oncológicos”.
Na ocasião, a dança foi utilizada como prática integrativa para mobilizar corpo,
emoção e memória afetiva. Por meio de uma oficina de dança, pacientes reencontraram movimentos, que o tratamento muitas vezes restringe, resgatando a autoestima e vivenciando momentos de leveza. A Liga Feminina é uma entidade sem fins lucrativos, que acompanha cerca de 180 pessoas em tratamento oncológico.
Na Instituto Municipal de Educação Infantil Silny Rodrigues dos Santos, crianças de 4 e 5 anos foram convidadas a trocar as telas digitais pelas telas de papel.
“A oficina de pintura partiu do entendimento de que as artes visuais são uma das formas mais antigas e universais de expressão humana. Ao oferecer esse contato com as artes plásticas como patrimônio da humanidade, a ação também estimulou a
criatividade, a coordenação motora fina e o desenvolvimento neuropsicomotor, apresentando uma alternativa concreta ao uso excessivo de dispositivos eletrônicos”, detalhou a preceptora Elisângela Marinho.
Na Instituição Beneficente Irmã Dulce, a linguagem escolhida foi o teatro de fantoches, tradição artística popular enraizada na cultura brasileira desde o período colonial. Por meio dos bonecos e dos personagens, o projeto ensinou as crianças sobre a importância de eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti.
“O convite foi para colocar a arte em destaque, por meio da extensão universitária, para que possamos vencer as barreiras que ainda limitam o seu uso como mero acessório. Esses projetos reafirmam que a arte é uma poderosa estratégia de ensino, tanto na formação acadêmica como na transformação positiva da comunidade”
Participaram dos projetos cerca de 30 estudantes dos cursos de Enfermagem, Medicina, Odontologia, Fisioterapia, Educação Física e Farmácia, sob a coordenação da preceptora Elisangela Marinho Duarte.
