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07 de Maio de 2026
O coordenador do curso de Medicina da Universidade de Gurupi – UnirG, Lívio Fernandes Cavalcante, participou da “V Oficina Nacional da Associação Brasileira de Educação Médica - ABEM”. O evento foi realizado nos dias 05 e 06 de maio, em Brasília (DF).
O encontro deu continuidade às ações do “Projeto REVER: Formação Médica para o Brasil: onde estamos e para onde vamos? – Um olhar comprometido com a responsabilidade social no século XXI”. A iniciativa é voltada ao fortalecimento e aprimoramento da formação médica no país.
A oficina reuniu representantes institucionais de diversas regiões do Brasil para discutir os desafios da educação médica e o aprimoramento dos cursos de graduação. Segundo o coordenador, o evento foi direcionado a gestores e coordenadores de cursos de Medicina, promovendo debates sobre as novas diretrizes curriculares aprovadas em setembro de 2025 e implementadas em 2026.
O Projeto REVER é um movimento nacional direcionado à reconstrução e qualificação da formação médica
brasileira, fundamentado na responsabilidade social e na integração com o Sistema Único de Saúde - SUS. A proposta busca alinhar a tradição do ensino médico às demandas contemporâneas e às necessidades futuras da saúde pública no Brasil.
“A UnirG é membro da ABEM há muito tempo. O Projeto REVER tem o intuito de melhorar o ensino médico em todos os seus âmbitos: pedagógicos, estruturais e internatos”, destacou Lívio Fernandes.
Entre os palestrantes do evento esteve o secretário adjunto de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde - SGTES do Ministério da Saúde, Jérzey Timóteo Ribeiro Santos, egresso da primeira turma do curso de Medicina da UnirG. Durante a programação, ele abordou o tema “Atualidades e perspectivas para a formação de especialistas no Brasil”.
De acordo com o coordenador, uma das perspectivas discutidas durante o encontro é a ampliação dos processos de avaliação prática dos acadêmicos. “Futuramente eles pretendem avaliar também a parte prática dos alunos, não apenas a teórica. Isso é interessante porque todos saem ganhando na qualificação e formação desses novos médicos”, finalizou o Dr. Lívio Fernandes.
Thais Lira - Jornalista Ascom